Mais do que desejo: escolhas!

Já reparou como são múltiplos e variados os nossos desejos?

Temos desejos relacionados a prazeres mais físicos (uma comida saborosa, massagens, o doce aroma de um perfume novo, um afago, beijos, acariciar um bichano), desejos mais subjetivos (querer ter mais disciplina, tranquilidade, tempo, paz mundial) ou de longo prazo (desejar um cargo mais alto na empresa, filhos, planejar a aposentadoria, uma pós-graduação, etc..).

A lista se estende ao infinito e além! Mas quanto desses desejos se tornam realidade? Geralmente uma ínfima parte. É fácil observar como nosso comportamento diário muitas vezes nos distancia daquilo que dizemos ser nosso desejo. Porque é assim?

Por uma questão de escolhas.

Afinal, você pode desejar tantos caminhos quanto os existentes, mas percorre aquele que escolheu.

Aquilo que você conquista ou deixa de conquistar tem pouco a ver com nossos desejos “conscientes”. Aquilo que tenho e que faço depende necessariamente de uma escolha que determino.

Por exemplo: quantas vezes não dizemos para nós mesmos que “não temos tempo?“. Isso é uma inverdade. Sempre temos tempo, a questão é como escolhemos gastá-lo. (quando comecei a perceber isso, mudei muito minha postura frente a minha agenda e prioridades)

“Eu não tive escolha” – você sempre tem escolha, mas escolhe uma opção em detrimento da outra (que talvez seja mais difícil, mais longa, mais amedrontadora, etc). Deixar o outro tomar decisões por você é escolher permanecer dependente.

Nosso discurso facilmente nos transforma em vítimas passivas do ambiente, como se fôssemos fruto das influências externas. E aqui vai um segredo: as influências externas são fruto das nossas escolhas.

Se você quer algo, observe se as suas escolhas estão em harmonia com aquilo que você pensa que realmente quer.

Se você quer se conhecer melhor, comece a colocar sua atenção nas escolhas que você tem feito.

E tenha coragem para mudar aquilo que não reflete com o que há de melhor em você.

 

 

 

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