Felicidade? Not yet.

Atenção para uma revelação bombástica!

Põe na tela!

O objetivo da terapia não é a felicidade.

Hein?

A felicidade poderá vir, como consequência. Mas não é o foco principal.

Pois terão momentos delicados. De dor. De angústia. De se encarar no espelho e bisbilhotar cicatrizes.

E características suas irão morrer. A lagarta deverá entrar no casulo. Escuro, sombrio, bizarro mesmo.

E haverá momentos de risos. De alívio. De orgulho.

Haverá sessões em que você sairá com aquele sorriso estampado, de quem acaba de descobrir algo divino sobre si. Sobre o outro. Sobre o mundo.

O objetivo é o autoconhecimento. O fortalecimento de habilidades e a conquista de metas pessoais.

Isso acarretará em felicidade? Depende de como você está definindo felicidade.

Se felicidade é estar integrado (coerência entre sentimentos, pensamentos e comportamentos), com um sentido de ser (e não apenas de estar), sim, é possível alcançar a felicidade, e a terapia é uma ferramenta.

Mas a terapia pretende prepará-lo para a felicidade, e não entregá-la para você.

A boa notícia é que, como diria o sábio e velho clichê: a felicidade dependerá de você.

Estamos aqui para dar uma mãozinha.

Que empurra, puxa, aponta,  larga. Afaga.

Mas é só uma mãozinha.


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2 comentários sobre “Felicidade? Not yet.

  1. Nina,
    Seu texto me fez pensar que por vezes precisamos de ajuda para aceitar o fato de que somos felizes.
    Por vezes nos recusamos a reconhecer que não temos uma razão sequer para não sermos felizes…afff Quantas negativas!!!

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